HISTÓRIA • MÉTODO • AUTORIDADE TÉCNICA

Forjada no aço. Validada em campo.

A ABIRPP nasceu da experiência prática com identificação de partes e peças e da necessidade de transformar conhecimento técnico em critérios verificáveis de qualidade, rastreabilidade e confiança.

Um método utilizado no Brasil desde 2001, segundo a ABIRPP, desenvolvido por Sinval Pereira e transformado em uma agenda de padronização, registro e certificação.

Multiplicação de sinais identificadores

Identificação aplicada a diferentes partes e peças para ampliar a capacidade de reconhecimento e rastreabilidade.

Desde 2001

uso do método por empresas e frotistas, conforme publicação da ABIRPP

Mais de 300

partes e peças identificadas e registradas por veículo, segundo a associação

Cerca de 160

empresas aplicadoras no Brasil em 2025; número não equivale a associados certificados

A ORIGEM

O método nasceu diante de um problema concreto.

Quando uma peça é separada do veículo ou equipamento de origem, a ausência de sinais identificadores confiáveis dificulta o reconhecimento de procedência e favorece um mercado no qual patrimônio legítimo e material de origem duvidosa podem se confundir.

A resposta técnica foi ampliar a identificação: aplicar sinais em diferentes partes e peças, considerando material, localização, legibilidade, permanência e utilidade para consulta.

Não se trata apenas de gravar uma marca.

Trata-se de construir uma cadeia de identificação capaz de apoiar reconhecimento, rastreabilidade e proteção patrimonial.

DA PRÁTICA AO PADRÃO

Uma tecnologia aperfeiçoada por trabalho, testes e aplicação real.

A autoridade técnica não nasce de um discurso. Ela é construída quando o processo enfrenta materiais, condições e necessidades reais de campo.

1. Observar o problema

Compreender como peças perdem sua referência de origem e quais informações precisam permanecer disponíveis.

2. Testar materiais e aplicação

Avaliar material, geometria, acesso, legibilidade e permanência antes de definir regulagem e ponto de aplicação.

3. Aplicar e registrar

Executar a identificação, conferir o resultado e vincular evidências como fotografias, nota fiscal e laudo.

4. Verificar conformidade

Avaliar se o sinal permanece legível, individualizável e tecnicamente útil para inspeção e rastreabilidade.

O MÉTODO

Punção, distribuição dos sinais e cadeia de evidências.

Segundo a ABIRPP, a aplicação utiliza punção pneumática: uma ponta de gravação deforma localmente a superfície para produzir caracteres permanentes. A regulagem precisa considerar o material e a geometria do componente; uma marca superficial pode perder utilidade pericial.

O valor técnico não está apenas no caractere. Está na combinação entre posição, legibilidade, permanência, vínculo com o bem e registro consultável.

O pacote de evidências recomendado pela associação inclui fotografias, nota fiscal, laudo e registro no Sistema Nacional de Identificação. A identificação complementar não substitui VIN, numeração de motor ou qualquer marcação oficial.

Tecnologia com finalidade patrimonial

Identificar não impede sozinho todos os riscos, mas cria barreiras, referências e informações que fortalecem a proteção do patrimônio.

BASE TÉCNICA VERIFICÁVEL

O método deve dialogar com identificação veicular, perícia e legislação.

A documentação pública não transforma automaticamente uma marcação complementar em identificação oficial. Ela oferece referências objetivas para avaliar materiais, gravação, registros e limites jurídicos.

A ABIRPP precisa publicar seu próprio protocolo técnico, seus critérios de certificação e a relação exata entre a aplicação complementar e os identificadores oficiais.

Resolução CONTRAN nº 968/2022

Define agregados que podem funcionar como elementos de identificação; estabelece gravações em alto ou baixo relevo e profundidade mínima de 0,2 mm para o VIN oficial.

Lei nº 14.562/2023

O art. 311 do Código Penal passou a abranger adulteração, remarcação ou supressão de sinais de veículos, componentes e equipamentos.

Cadeia de evidências

A ABIRPP informa que o serviço deve reunir fotografias, nota fiscal, laudo e registro consultável para apoiar rastreabilidade e investigação.

Registro no SINID

O registro associa o sinal físico a dados e evidências. A utilidade depende de integridade, disponibilidade, controle de acesso e rastreabilidade do histórico.

RESULTADOS E RECUPERAÇÕES

Recuperação é evidência de campo — e precisa ser documentada caso a caso.

Há múltiplos relatos públicos de caminhões recuperados divulgados por Sinval Pereira e por integrantes da rede. Esses registros demonstram aplicação real, mas não formam, até o momento, uma estatística pública auditada capaz de isolar quanto da recuperação foi causado exclusivamente pela identificação.

Por isso, a ABIRPP deve publicar cada caso com rastreabilidade da própria prova: data, local, bem identificado, registro anterior, evidência da recuperação e fonte policial ou documental quando disponível.

O que o sistema entrega tecnicamente

Mais pontos de reconhecimento, vínculo com um registro e evidências que podem apoiar triagem, perícia e investigação. Não substitui rastreador, seguro, controle de acesso ou atuação policial.

Registro anterior ao sinistro

Identificação, fotografias, data, aplicador responsável e vínculo inequívoco com o veículo.

Reconhecimento na recuperação

Descrição de quais sinais foram localizados e como contribuíram para reconhecer o bem ou seus componentes.

Fonte independente

Boletim, laudo, autoridade responsável ou documento que permita verificar o caso sem depender apenas de publicidade.

PRESIDÊNCIA E AUTORIA TÉCNICA

Sinval Pereira

Idealizador e presidente da ABIRPP; criador do método utilizado desde 2001.

As fontes públicas consultadas apresentam Sinval como perito em identificação veicular e responsável pelo desenvolvimento da chamada vacinação contra roubo de caminhões.

Sua contribuição central foi levar a lógica de identificação além de um único ponto: distribuir sinais por componentes, registrar evidências e defender critérios mínimos para que a gravação tenha utilidade técnica.

Autoridade demonstrada por método e documentação.

A página relaciona a trajetória de Sinval às referências públicas disponíveis e separa claramente dados da associação, requisitos legais e resultados que ainda precisam de auditoria independente.

Experiência aplicada

Conhecimento desenvolvido em materiais, equipamentos e aplicações reais.

Liderança institucional

Transformação da experiência em critérios para capacitação e certificação.

O PAPEL DA ASSOCIAÇÃO

Transformar experiência técnica em confiança institucional.

A ABIRPP não é apenas uma vitrine de empresas. Sua função é fortalecer critérios, qualificação e responsabilidade na prestação do serviço.

Regulamenta

Organiza critérios técnicos e institucionais que orientam qualidade, capacitação e conformidade.

Certifica

Reconhece empresas que assumem o compromisso de trabalhar dentro dos padrões estabelecidos.

Protege

Defende a credibilidade do método, dos associados qualificados, dos contratantes e do patrimônio identificado.

ABIRPP

Define critérios, promove capacitação, certifica e representa institucionalmente o setor.

Empresas associadas

Executam os serviços, atendem contratantes e demonstram aderência aos critérios da associação.

UMA TRAJETÓRIA DE EVOLUÇÃO

Do problema real à padronização nacional.

1. Problema patrimonial

Peças perdiam referências confiáveis de procedência ao serem separadas do bem original.

2. Desenvolvimento

Aplicações e testes transformaram uma necessidade prática em processo técnico.

3. Multiplicação

A identificação passou a alcançar diferentes partes e componentes.

4. Padronização

A experiência acumulada passou a orientar critérios de qualidade e conformidade.

5. Rede certificada

A ABIRPP fortalece empresas comprometidas com aplicação responsável.

REGULAMENTA • CERTIFICA • PROTEGE

Patrimônio de alto valor exige identificação à altura.

Conheça os critérios da ABIRPP, consulte as evidências disponíveis e encontre empresas certificadas para solicitar uma avaliação técnica.